Afinal, o que é Programação Neurolinguística (PNL)?

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

A Programação Neurolinguística, também conhecida como PNL, tem sido cada vez mais aplicada, de forma direta ou não, estruturado ou informalmente, na educação, em treinamentos empresarias, em sessões de Coaching, entre outras situações.

Para alguns estudiosos da PNL (Especialização em PNL), como Doutor Lair Ribeiro, a Programação Neurolinguística é a “arte e a ciência da excelência”.

A PNL tem em sua essência, pesquisas e estudos de características, habilidades, crenças, comportamentos, atitudes mentais, bem como fisiologia (comunicação não-verbal) de pessoas que tiveram (ou possuem) desempenhos extraordinários , seja no campo pessoal, profissional, esportivo ou outros.

Um pouco da Programação Neurolinguística (PNL)

Joseph O’Connor e John Seymour pesquisaram e estudaram durante anos sobre a PNL, inclusive, aprendendo direto essa “arte e ciência” com os fundadores da PNL (Especialização em PNL). Para eles, referência no assunto, o conceito de PNL implica na:

“A arte e a ciência da excelência, ou seja, das qualidades pessoais. É arte porque cada pessoa imprime sua personalidade e estilo àquilo que faz, algo que jamais pode ser aprendido através de palavras ou técnicas. E é ciência porque utiliza um método e um processo para determinar os padrões que as pessoas usam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem. Este processo chama-se modelagem.” 

Os padrões mentais adotados por nós fruto da nossa personalidade, também, moldados pelas interações sociais e culturais ao longo da nossa história,  impactam consideravelmente as nossas percepções dos fatos da vida e determinam, inclusive, nossas crenças e comportamentos.

Por exemplo: vejo, em especial nos meu atendimentos como coach do qual uno com ferramentas de PNL (Especialização em PNL), colaboradores gabaritados que não se sentem seguros para almejarem oportunidades maiores e mais compatíveis com suas potencialidades. “Passa por isso? Conhece gente assim?”

Estratégias Mentais com Programação Neurolinguística (PNL)

Para a PNL, há 5 maneiras mais positivas de pensar (Especialização em PNL) e que impactam significativamente nossos comportamentos, criando assim, crenças e interpretações dos fatos mais produtivos, que por sua vez refletem nos nossos resultados vida. São elas:

#1: Foco no solução e não no problema: 

Tenha atitudes voltadas para os resultados, e não para os problemas. Ou seja, ao invés de pensar de quem é a culpa, seria mais produtivo pensar: “frente ao resultado que desejo, que recursos tenho? Que recursos preciso e como usá-los para atingir dado objetivo?” Essa são perguntas comuns feitas tanto no Coaching quanto na PNL.

#2: Faça perguntas do tipo ‘Como’

Busque perguntas do tipo ‘Como?’ Exemplo: Como superar….? Como melhorar…? E não a comumente usada ‘Por quê?’. Esta traz a ideia de justifica por trás e limita nossas percepções sobre as possibilidades.

#3: Pense que são feedbakcs para ajustar ações

Frente aos resultados inesperados ou indesejáveis, é mais produtivo e eficaz pensar que esses são feedbacks ou correções necessárias para alinhar as estratégias (e ações).

Pensar que são ‘fracassos’ te desvia do fundamental e das prioridades, já os feedbacks nos ajudam a manter o foco em alternativas e aprimorar as estratégias, as ações e as abordagens.

#4: Adote pontos de vista voltados para as possibilidades

Mais uma vez trata-se de mudar o ponto de vista, focar em aspectos mais produtivos da situação. Ou seja, focar em possibilidades, alternativas, opções, no ‘como’. Aqui, os exercícios para desenvolver a criatividade nos é muito útil. Concentre-se em possibilidades em detrimento de se concentrar nas limitações da situação.

#5: Questione, principalmente a si mesmo

Para encontrar novas alternativas, opções, reformular crenças e pontos de vista desafiando pressupostos (“verdades), é necessário o exercício e atitude contínua da curiosidade, do fascínio. Antes de acreditar nas próprias “verdades absolutas”, o que acha de fazer boas perguntas questionadoras?

Níveis neurológicos da mudança

Mudar o próprio comportamento e crenças pessoais exige treino, conhecimento, prática, autoconhecimento e dedicação. Além disso, também é necessário mudar as referências, os parâmetros dos quais usamos para tomar decisões comportamentais, além de outros aspectos. A PNL (Especialização em PNL) cita os 6 níveis neurológicos da mudança.

Na sua busca por mudanças e melhorias profundas, torna-se pertinente observar esses níveis nas suas estratégias e se questionar. Os níveis são:

  1. Ambiente: envolve pessoas que você encontra, lugares onde vai, tipos de grupos que participa. Relaciona-se portanto, as oportunidades externas e restrições.  Busque questionar-se: “Onde e quando você produz melhor?”
  1. Comportamento: são suas ações especificas dentro de um ambiente também específico. Busque questionar-se: “O que você precisa fazer de diferente e em qual situação específica?”
  1. Capacidades e habilidades: são, como sugere, os conhecimentos e habilidades que orientam os comportamentos desejados. Busque questionar-se: “ Que habilidades você precisa adquirir para fazer as coisas de forma diferente?”
  1. Crenças e Valores: esses os fornecem a motivação, a energia subjacente e as permissões internas, que ajudam (ou negam) nossa compreensão sobre nossas capacidades e talentos. Para a PNL, elas são pessoas fundamentais para a mudança duradoura. Busque questionar-se: “O que você acha que pode estar lhe impedindo de explorar mais seus talentos? Em que crenças ou suposições você se apoia?”
  1. Identidade: se você reparar bem, desempenhamos diversos papeis sociais na vida, logo, a consciência desses papeis e a qualidade desempenhada nos ajudam a moldar nossa identidade, que se relaciona a nossa autoestima. Busque questionar-se: “Que papéis você desempenha? Que papéis você quer desempenhar? Como você se descreve?”
  1. Propósito: nível profundo relacionado a interpretação que o indivíduo faz sobre sua ‘missão’ e sobre sua ‘visão’ de vida, de mundo. Busque questionar-se: “Por que razão eu estou me comportando desta maneira? Como esta situação se conecta com o todo? Como minha experiência se relaciona com outras áreas da minha vida – ou da vida de outros?”

Programação Neurolinguística e a Modelagem

Perceber e analisar, de forma sensível, pessoas que possuem os comportamentos positivos que desejamos é o núcleo central da PNL. Chamamos essa técnica, portanto, de modelagem (Especialização em PNL).

Modelar significa, de forma resumida, entender e copiar o comportamento, a crença (por que ele o faz) e o como (estratégias externas e de pensamento) de uma pessoa (modelo) que possui características comportamentais de excelência. A modelagem também lhe ajudará a encontrar as suas respostas para as reflexões provocadas aqui neste artigo. Joseph O’Connor nos sugere, de forma resumida, essas 4 perguntas para uma modelagem eficaz:

  • Quais são os padrões de crenças e comportamentos das pessoas bem sucedidas?
  • Como essas pessoas conseguem esses resultados?
  • Qual a diferença entre o que elas fazem e o que fazem as pessoas que não são bem-sucedidas?
  • Qual a diferença que faz a diferença?

Modele as pessoas bem sucedidas e encontre suas respostas!

Gostou? Compartilhe!

Leia também…

4 Etapas Essenciais para Atingir Metas e Objetivos

As 5 Fases da Mudança Comportamental e seus Impactos na Performance e na Motivação

Fechar Menu